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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Sete técnicas para meditar e acalmar a mente

Sete técnicas para meditar e acalmar a mente
De olhos abertos, com música ou caminhando, uma delas é a sua cara
REVISADO EM 26/3/2007 POR MINHA VIDA
A lista de benefícios oferecidos pela meditação não encontra limites. A técnica milenar ajuda a disciplinar e acalmar a mente, trazendo conforto emocional e aumentando nossa capacidade de concentração. "É um exercício ótimo para nos ajudar a lidar com as nossas emoções", diz Maria José Rocha Correia, professora da Associação Palas Athena.

E se você é do tipo que nunca nem pensou em usufruir de tudo isso, apavorado só de pensar na combinação cheiro de incenso mais música instrumental, tem tudo para mudar de idéia. Existem técnicas para todos os tipos de perfil: dá para meditar de olho aberto, vendo uma imagem bonita, entoando mantras ou simplesmente em silêncio, num lugar calmo.

O tempo para sentir todas essas melhoras varia de uma pessoa a outra e tem pouca relação com a duração da prática. "O que conta é a firmeza de propósito, a disciplina e a regularidade para criar o hábito", explica Maria José. É isso mesmo. A meditação é a ginástica da mente, com a vantagem de que bastam 15 minutos diários para desencadear as mudanças na vida dos praticantes.

Há muitas técnicas que conduzem a mente à tranqüilidade. Veja as principais:

1 - Corpo São
Apoios fisiológicos usados para melhorar o estado mental. É uma das mais comuns e simples de fazer. Concentre-se na respiração, nas batidas do coração ou na pulsação do corpo. Sente na chamada pose de índio (ou posição de lótus), com a coluna reta e as pernas cruzadas. Feche os olhos e focalize o fluxo de ar que entra e sai de seus pulmões.

Essa técnica é aplicada no budismo japonês. "Se uma pessoa está ansiosa e agitada, o gesto de inspirar e expirar o ar longamente simboliza expelir o que está incomodando. É a saída do excesso de peso, propiciando um estado de serenidade", explica Maria José. A prática hinduísta do tantrismo se concentram nas pulsações e o taoísmo, baseado na filosofia chinesa, nos batimentos cardíacos.



2 - Cristã e bhakti-ioga

O foco da meditação são as divindades, orações ou textos sagrados. Resgatada pelo monge beneditino inglês John Main (1926-1982), está baseada na repetição de um mantra (sons). Sente-se com as costas retas em um lugar tranquilo, duas vezes ao dia, no período da manhã e à noite. Feche os olhos e repita o mantra Maranatha, que em aramaico significa "Venha, Senhor. Venha, Senhor Jesus".






3 - Transcendental
Não requer concentração ou contemplação. É baseada na repetição de um som particular só conhecido pelo iniciado.






4 - Zen-Budista
Uma das técnicas dessa corrente do budismo é a meditação andando do monge Thich Nhât Hanh. Ao caminhar, conte os passos e sincronize-os com a respiração.








5 - Dinâmica
Criada, especialmente para os ocidentais, pelo líder espiritual Mohan Chandra Rajneesh, o Osho. A técnica mistura elementos de várias culturas, como músicas, danças e movimentos para se conectar com o presente.








6 - Raja Yoga
O foco é a reflexão. Sentados numa posição confortável e de olhos abertos, os praticantes mentalizam pontos positivos da natureza humana, como perdão, bondade, generosidade, compaixão e amor incondicional.






7 - Concentração
Mantras (sons), formas geométricas ou cores são o ponto de atenção. É comum nas práticas hinduístas e budistas. Os praticantes concentram-se num desses aspectos e fazem com que pensamentos e emoções se direcionem a ele.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Medicina Bioenergética.

EXCELENTE ENTREVISTA
com o Dr. Jorge Carvajal, médico cirurgião da Universidade de Andaluzia, Espanha, pioneiro da Medicina Bioenergética.

Qual adoece primeiro: o corpo ou a alma?

A alma não pode adoecer, porque é o que há de perfeito em ti, a alma evolui, aprende.
Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma.
Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.
A Saúde e as Emoções.

Há emoções prejudiciais à saúde? Quais são as que mais nos prejudicam?

70 por cento das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional.
As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas.
O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades
que temos hoje.
Quando o temor se congela, afeta os rins, as glândulas suprarrenais,os ossos, a energia vital, e pode
converter-se em pânico.

Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?

De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti.
Tens teus limites, não vás além.
Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.

Como é que a raiva nos afeta?

A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender
o que é teu, o que é justo. _ Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade, ressentimento, ódio, ela se volta
contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.

Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?

A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque
não é contrária a nenhuma outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas.
A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.

A alegria acalma os ânimos?

Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência.
A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente.
Canaliza-as para que cheguem ao mundo da mente.

E a tristeza?

A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém
ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno.
Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.
Tornamo-las negativas quando as reprimimos.

Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?

Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar.
Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração.
Que difícil! Sim, é muito difícil.
Realmente as emoções básica são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor,
por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo.
Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.
Como prevenir a enfermidade?
Somos criadores, portanto creio que a melhor forma é criarmos saúde.
E, se criarmos saúde, não teremos que prevenir nem combater a enfermidade, porque seremos saúde.

E se aparecer a doença?

Teremos, pois, de aceitá-la, porque somos humanos.
Krishnamurti também adoeceu de um câncer de pâncreas e ele não era alguém que levasse uma vida desregrada.
Muita gente espiritualmente muito valiosa já adoeceu. Devemos explicar isso para aqueles que creem que adoecer é fracassar.
O fracasso e o êxito são dois mestres e nada mais.
E, quando tu és o aprendiz, tens que aceitar e incorporar a lição da enfermidade em tua vida..
Cada vez mais as pessoas sofrem de ansiedade.
A ansiedade é um sentimento de vazio, que às vezes se torna um oco no estômago, uma sensação de falta de ar.
É um vazio existencial que surge quando buscamos fora em vez de buscarmos dentro.
Surge quando buscamos nos acontecimentos externos, quando buscamos muleta, apoios externos, quando não temos a solidez
da busca interior.
Se não aceitarmos a solidão e não nos tornarmos nossa própria companhia, sentiremos esse vazio e tentaremos preenchê-lo
com coisas e posses.
Porém, como não pode ser preenchido de coisas, cada vez mais o vazio aumenta.

Então, o que podemos fazer para nos libertarmos dessa angústia?

Não podemos fazer passar a angústia comendo chocolate ou com mais calorias, ou buscando um príncipe fora.
Só passa a angústia quando entras em teu interior, te aceitas como és e te reconcilias contigo mesmo.
A angústia vem de que não somos o que queremos ser, muito menos o que somos, de modo que ficamos no "deveria ser",
e não somos nem uma coisa nem outra.
O stress é outro dos males de nossa época. O stress vem da competitividade, de que quero ser perfeito, quero ser melhor,
quero ter uma aparência que não é minha, quero imitar.
E realmente só podes competir quando decides ser um competidor de ti mesmo, ou seja, quando queres ser único, original,
autêntico e não uma fotocópia de ninguém.
O stress destrutivo prejudica o sistema imunológico.
Porém, um bom stress é uma maravilha, porque te permite estar alerta e desperto nas crises e poder aproveitá-las como
oportunidades para emergir a um novo nível de consciência.

O que nos recomendaria para nos sentirmos melhor com nós mesmos?

A solidão. Estar consigo mesmo todos os dias é maravilhoso.
Passar 20 minutos consigo mesmo é o começo da meditação, é estender uma ponte para a verdadeira saúde, é aceder
o altar interior, o ser interior.
Minha recomendação é que a gente ponha o relógio para despertar 20 minutos antes, para não tomar o tempo de nossas ocupações.
Se dedicares, não o tempo que te sobra, mas esses primeiros minutos da manhã, quando estás rejuvenescido e descansado,
para meditar, essa pausa vai te recarregar, porque na pausa habita o potencial da alma.
O que é para você a felicidade?

É a essência da vida. É o próprio sentido da vida. Estamos aqui para sermos felizes, não para outra coisa.
Porém, felicidade não é prazer, é integridade.
Quando todos os sentidos se consagram ao ser, podemos ser felizes.
Somos felizes quando cremos em nós mesmos, quando confiamos em nós, quando nos empenhamos transpessoalmente
a um nível que transcende o pequeno eu ou o pequeno ego.
Somos felizes quando temos um sentido que vai mais além da vida cotidiana, quando não adiamos a vida, quando não
nos alienamos de nós mesmos, quando estamos em paz e a salvo com a vida e com nossa consciência.
Viver o Presente.

É importante viver no presente? Como conseguir?

Deixamos ir-se o passado e não hipotecamos a vida às expectativas do futuro quando nos ancoramos no ser e não no ter,
ou a algo ou alguém fora.
Eu digo que a felicidade tem a ver com a realização, e esta com a capacidade de habitarmos a realidade.
E viver em realidade é sairmos do mundo da confusão.

Na sua opinião, estamos tão confusos assim?

Temos três ilusões enormes que nos confundem:

Primeiro: cremos que somos um corpo e não uma alma, quando o corpo é o instrumento da vida e se acaba com a morte.

Segundo: cremos que o sentido da vida é o prazer, porém com mais prazer não há mais felicidade, senão mais dependência..
Prazer e felicidade não são o mesmo. Há que se consagrar o prazer à vida e não a vida ao prazer.

Terceiro: ilusão é o poder; desejamos o poder infinito de viver no mundo.
E do que realmente necessitamos para viver? Será de amor, por acaso?

O amor, tão trazido e tão levado, e tão caluniado, é uma força renovadora. O amor é magnífico porque cria coesão.
No amor tudo está vivo, como um rio que se renova a si mesmo. No amor a gente sempre pode renovar-se, porque ordena tudo.
No amor não há usurpação, não há transferência, não há medo, não há ressentimento, porque quando tu te ordenas, porque vives
o amor, cada coisa ocupa o seu lugar, e então se restaura a harmonia.
Agora, pela perspectiva humana, nós o assimilamos com a fraqueza, porém o amor não é fraco.
Enfraquece-nos quando entendemos que alguém a quem amamos não nos ama.
Há uma grande confusão na nossa cultura.
Cremos que sofremos por amor, porém não é por amor, é por paixão, que é uma variação do apego.
O que habitualmente chamamos de amor é uma droga.
Tal qual se depende da cocaína, da maconha ou da morfina, também se depende da paixão.
É uma muleta para apoiar-se, em vez de levar alguém no meu coração para libertá-lo e libertar-me.
O verdadeiro amor tem uma essência fundamental que é a liberdade, e sempre conduz à liberdade.
Mas às vezes nos sentimos atados a um amor. Se o amor conduz à dependência é Eros.
Eros é um fósforo, e quando o acendes ele se consome rapidamente em dois minutos e já te queima o dedo.
Há amores que são assim, pura chispa. Embora essa chispa possa servir para acender a lenha do verdadeiro amor.
Quando a lenha está acesa, produz fogo. Esse é o amor impessoal, que produz luz e calor.

Pode nos dar algum conselho para alcançarmos o amor verdadeiro?

Somente a verdade.
Confia na verdade; não tens que ser como a princesa dos sonhos do outro, não tens que ser nem mais nem menos do que és.
Tens um direito sagrado, que é o direito de errar; tens outro, que é o direito de perdoar, porque o erro é teu mestre.
Ama-te, sê sincero contigo mesmo e leva-te em consideração.
Se tu não te queres, não vais encontrar ninguém que possa te querer.
Amor produz amor. Se te amas, vais encontrar amor. Se não, vazio.
Porém nunca busques migalhas, isso é indigno de ti.
A chave então é amar-se a si mesmo. E ao próximo como a ti mesmo.
Se não te amas a ti, não amas a Deus, nem a teu filho, porque estás apenas te apegando, estás condicionando o outro.
Aceita-te como és; não podemos transformar o que não aceitamos, e a vida é uma corrente permanente de transformações


sábado, 4 de fevereiro de 2012

MEDICINA PREVENTIVA

MEDICINA PREVENTIVA
* José Joacir dos Santos



Com o objetivo de descançar o corpo para reativar as energias no dia seguinte, o ser humano dorme, assim como grande parte dos animais e plantas. O espírito aproveita o mergulho na escuridão do corpo para viajar para outras dimensões, internas e externas. As dimensões internas, captadas pelos sonhos, são atreladas à memória celular física, genética ou gravadas pelos sentidos na grande fita magnética que identifica cada ser humano através da audição, fala, respiração, visão e tato. Algumas pessoas dizem não se recordar dos sonhos, mas isso pode ser um comando oculto dado por elas mesmas para não acessar o banco de dados do passado ou não reassumir o compromisso eterno com a luz do futuro. Aqueles mais sensitivos são capazes de abrir a porta dos sete corpos, sair em viagem astral e trazer para o corpo físico a memória de experiências muitas vezes não compreendidas a nível consciente, mas que faz parte da dimensão espiritual eterna da própria pessoa. De uma forma ou de outra, a energia é o elemento de ligação e a luz é a forma de expressão. Enquanto o olho físico descansa, o espírito é capaz de “ver” cores jamais imaginadas e materializadas pela indústria das tintas e com isso acessar informações preciosas e distintas.


Ao acordar, o olho abre-se para a luz do dia e em milésimos de segundo é capaz de trazer a memória das imagens gravadas pela pessoa como uma preciosa bússula, proporcionando ao usuário a sensação de tempo e espaço, como se a vida recomeçasse a cada vez que isso acontece. Observamos que todos os seres, de plantas a animais, passam pelo mesmo processo como se a luz solar fosse a chave que abre o centro da memória e as cores a linguagem dela.


Quem pode controlar a alegria dos pássaros nos primeiros raios de Sol? E as plantas que abrem suas flores quando a luz percebida não é ainda reconhecida pelo olho humano? Os monges budistas tibetanos iniciam suas práticas antes do nascer do sol para aproveitar a linguagem invisível dos primeiros raios solares do dia. Até os astronautas são incapazes de descrever as coisas que veem com aparelhos no espaço sideral, embora a ciência já tenha convencionado e possa medir os seguintes rais de luz contindos na luz solar, na ordem hierárquica de cores, visíveis (violeta, indigo, azul, verde, amarela, laranja e vermelha) e invisíveis (raios-cósmicos, raios-gama, raios-x, ondas curtas de infravermelho, infravermelho, ondas de rádio e ondas elétricas.


A luz é necessária para que os órgãos internos do corpo trabalhem propriamente assim como toda a vida no planeta Terra depende completamente do Sol para viver. Na medida em que o Sol nasce e evolui sobre a face da terra, há um festival de cores efetuando um trabalho silencioso de restauração e construção, o qual ativa o código secreto implantado em todo ser, do nascer passando pelo morrer até o renascer. Sem luz o corpo físico enfraque e morre porque perde o brilho das cores de todas as células, o qual só é renovado com a luz do curador universal: o Sol. Somos capazes de manipular a eletricidade, colocá-la em tubos e fios e materializar a luz. Embora a fonte dessa luz seja a mesma que dá a vida à Terra, a luz artificial é prejudicial à saúde porque não conserva o espírito do Sol. Como filhos do Sol, somos capazes de transmitir energia sem perder a essência do código divino da saúde.


O uso terapeutico da luz é reconhecido por todas as culturas humanos, até as mais fechadas. O médico alemão Christoph Wilhelm Hufeland (1762−1836), autor do livro Macrobiotics, escrito em 1796, diz: “até o ser humano torna-se pálido, fraco e apático se privado da luz do sol” e chega a perder a energia vital como prisioneiros e pessoas sequestradas por longo período. No final dos anos 70, Martinek e Berezin chegaram à conclusão de que as cores do Sol ativam em até 500% as ensimas do corpo humano. Em 1991, o médico norte-americano Jacob Liberman lançou o livro “Luz, a Medicina do Futuro”, e foi completamente ignorado até por seus colegas de profissão. Nesse livro ele fala de um assunto que era tido, como todas as terapias holíticas na época,como não-científico e que hoje faz parte do dia-a-dia de hospitais de várias partes do mundo: iridologia. A glândula pineal, que é diretamente relacionada aos estímulos da visão, era vista como sendo o centro da loucura humana, embora René Descartes (1596-1650) tenha descrito essa glândula como sendo “o trono da alma”. Como todo físico, Descartes enveredou na pesquisa sobre o espírito e em 1628 compôs as Regulae ad directionem ingenii (“Regras para a Direção do Espírito”). Segundo texto publicado na Wikipédia, a “Enciclopédia Livre”, Descartes pagou caro por desafiar a poderosa Igreja Protestante da sua época e “como um católico num país protestante, ele foi enterrado, em 1650, num cemitério de crianças não-batizadas” porque a igreja não reconhecia, como ainda hoje titubeia para reconhecer, que é o espírito que conduz a luz da vida.


Em janeiro de 2007, o Brasil dá um passo na frente de muitos países até do chamado primeiro mundo e reconhece a terapia Reiki como profissão, trazendo à superfície legal milhares de brasileiros que trabalham com a transmissão da energia para fins terapeuticos. Em outubro de 2007, a Associação Norte-Americana do Câncer de Tireóide realizará um seminário nacional na cidade de Redwood, EUA, onde a terapia Reiki será apresentada como auxiliar na prevenção e no combate ao câncer da tireóide e o autor deste texto é convidado para o evento. Simultaneamente, o estado norte-americano da California investe massiçamente na energia solar para todos os fins porque os cientistas californianos já sabem que é essa a única fonte de energia capaz de permanecer disponível diante de qualquer tipo de catástrofe que possa acontecer nos anos que vão vir, sejam ou não verdadeiras as professias espiritualistas sobre as transformações terrestres do terceiro milênio.


Não era à-toa que faraós e deuses indígenas latino-americanos se chamavam filhos do Sol – eles sabiam que a luz e a energia transmitida pelo ser humano é preventiva contra doenças, de Reiki ao Passe Magnético, sempre com a imposição das mãos e a intenção da saúde.
Apesar da demonstração de ignorância das sociedades de todas as épocas, esse conhecimento sempre esteve guardado em nossas células e o universo de vez enquando nos faz lembrar de onde vinhemos e para onde vamos através das sete cores do arco-iris pintadas geometricamente no horizonte. Quem pratica Reiki sabe como flui essas cores pelos nossos centros de força, como se os arcanjos jogassem os seus raios lá do infinito do céu sobre nossas cabeças, assim como o Sol é pintado desde o começo dos tempos ao redor da cabeça de Jesus. Qualquer praticante de Reiki sabe como a luz flui pelo corpo, reconhece imediatamente os pontos fracos do nosso organismo e passa a lançar rajadas de luz restabelecedora da memória da vida, independente do tempo e do lugar em que é praticado. O mais interessante é que as terapias energéticas não precisam provar nada: quem tem dúvidas é só subir na maca! Independentemente das correntes de força contrárias, esse é o nosso destino: saudáveis Filhos do Sol!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

COSMOTERAPIA

COSMOTERAPIA
Eficiente terapia aplicada por Cosmoterapeuta iniciado por Mestres Ascensionados, seres de Luz da Hierarquia Sagrada, a Grande Fraternidade Branca. O Cosmoterapeuta tem o poder de curar com as mãos, de fazer a limpeza da Aura e de energias deletérias em pessoas e ambientes. São utilizados geometrias e símbolos sagrados da Ordem de Melchizedek, entre outras ferramentas de cura. O Cosmoterapeuta utiliza técnicas eficientes que beneficiam aqueles que buscam o auxílio metafísico para seus problemas físicos, mentais, emocionais e espirituais, que são:
*Limpeza energética e expansão da aura;
*Alinhamento dos chacras e centros energéticos;
*Ativação cérebro espinhal;
*Balanceamento energético;*Harmonização cerebral;
*Limpeza da Aura e energias deletérias em pessoas e ambientes;
*Conexão com seu Anjo da Guarda, seu Mestre Pessoal, e ligação direta; com seu Eu Superior;
Desmantelamento de energia negativa ou magia negra;
*Cirurgias espirituais à distância ou qualquer outra forma de auxilio; metafísico;
*Expansão do Merkabah, o Veículo Trinizado de Luz, com o qual a pessoa poderá “Viajar na Luz”, dissolvendo as ilusões de “Tempo e Espaço”;
*Despolarização da memória para remoção de traumas e bloqueios. Através da eliminação das causas desses traumas, que podem estar no passado recente ou remoto, removem-se os dramas de consciência gerados durante nosso crescimento.
*Projeção consciente no mundo espiritual para conexão, orientação e auxílio da Hierarquia Sagrada. Entre outros trabalhos. A grande chave deste trabalho é a simplicidade das técnicas em contrapartida aos excelentes resultados de transformação interna e externa.
Não tem como explicar. Somente após sentir os efeitos é que se consegue entender.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Regras simples que evitam problemas cardíacos

Por que os congressos não divulgam regras tão simples, com resultados comprovados para a saúde?


Um médico naturalista disse 'NÃO DÁ IBOPE''. Então ensinou estas regras simples que evitam problemas cardíacos...


1º.
Antes do banho, exercitar a panturrilha (levantar o corpo na ponta dos pés), primeiro rápido até esquentar as panturilhas e depois uma sequência de 10 movimentos lentos. Pronto. Esse exercício bombeia o sangue para o coração, melhora os batimentos cardíacos e evita obstrução das veias. Nos primeiros 6 meses, se a pessoa estiver com excesso de peso, ela emagrece da cintura para baixo e, nos 6 meses seguintes, da cintura para cima; depois de 2 anos, não engorda mais e, além de tudo, diminui o risco de uma cirurgia cardíaca que custa em média, hoje em dia, R$ 38.000,00 e, de um modo geral, os planos de saúde nem sempre pagam.
Melhora o problema de micro varizes



2º. Ao chegar em casa, coloque os seus pés em uma bacia com água bem quente (o famoso escalda pés - além de relaxar, esse processo desencadeia a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés, melhora o cabelo e melhora, inclusive, a visão. Esse processo foi pesquisado com pessoas diabéticas e o resultado evidenciou a melhora na circulação sanguínea, diminuindo os casos de gangrena, o quadro geral de saúde dos pesquisados melhorou, e como um fato relevante, a melhora da visão. Evita o encurvamento da coluna

3º.
Ao acordar, deitado de barriga para cima pedalar 120 vezes no ar. Esse exercício melhora o posicionamento da coluna e da postura, diminuindo ou retardando o encurvamento das costa e aliviando as dores nas costas. Baixando a pressão.


4º. Ao perceber que a pressão subiu, coloque as pernas dentro de um balde com água muito gelada até os joelhos. Permaneça nesta imersão por 20min. Este processo fará com que o organismo, na busca de aquecer os membros inferiores, faça com que o acúmulo de sangue na cabeça desça, baixando a pressão.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Despertar da Consciência

É importante salientar que neste processo existe uma série de complexidades que se não forem trabalhadas em suas partes por causa das nossas próprias limitações, ficariam quase impossíveis de se abordar de forma construtiva o contexto maior que é o conhecimento sobre o aspecto da nossa espiritualidade.

Para se falar sobre o despertar da consciência teremos que nos inteirar sobre um dos nossos órgãos sensoriais – o sexto - que é fundamental nesse processo: a intuição. Sem esse desenvolvimento seria o mesmo que pedir para alguém, a leitura de um livro com os olhos vendados.

Através desta percepção surgirá uma “voz silenciosa” que irá conduzir todo o processo individual do ser em sua busca interior e os passos que deverá seguir. Esta “voz” conhece toda a história da alma humana que estará supervisionando e orientando. E cada alma peregrina tem seu próprio ritmo, nível de evolução, frequência vibratória, experiências vividas em outras jornadas e, além disso, tem seu próprio “grupo” a qual está filiado espiritualmente.

Antes de prosseguir é necessária uma sequência de pontos para serem refletidos e entendidos por aqueles que desejam e querem alcançar o seu propósito. A ordem em si não é relevante e sim o empenho individual no conjunto de conhecimentos que poderá adquirir utilizando sempre o discernimento. Somente assim poderá dar cada passo com segurança.
Paciência é um exercício diário e constante, porque o corpo físico precisa estar equilibrado e o cérebro físico deve estar sempre receptivo às novas informações que virão da sua consciência interior. Cada fase será rica em aprendizado e o entendimento será alcançado com a compreensão de que estamos neste plano terrestre para aprender.

Humildade, sinceridade, intenção, desprendimento, persistência, confiança, fé e muita coragem, serão necessárias nesta caminhada. Uma mente aberta livre de preconceitos e crenças cristalizadas facilitam a quebra de paradigmas que ocorrerão com frequências inimagináveis. Nem tudo é um “mar de rosas!”

Expandindo a consciência

"A expansão da consciência é o atalho e o caminho mais rápido para o auto-conhecimento e a intuição é o farol que irá iluminar este caminho."

O que é então a expansão da consciência?
Antes de tudo é imprescindível que saibamos que a consciência é a própria alma. A Vida que sustenta um corpo físico - e todos os outros corpos sutis - é a Chama Trina e a parte que encarna num corpo para a experiência terrena, é a consciência fragmentada da alma, que se subdivide em consciências etérica, mental inferior, emocional e física, que se vestem respectivamente dos seguintes corpos nos mundos de manifestações: corpo etérico (memória), corpo mental inferior (pensamento), corpo emocional (sentimento) e o corpo físico (material).

A alma é uma fragmentação (pedaço) da sua consciência Superior - o Eu Superior - e é relativamente imortal. Digo relativamente imortal, porque a alma pode ter a sua "morte" decretada em dois casos distintos: primeiro, quando ela perde o domínio sobre todas as suas consciências inferiores - essas consciências perdem suas essências divinas e se apagam, tornando-se sombras (vampiros energéticos) - e não havendo resultados positivos (aprendizagens) e nem progresso espiritual, o Eu Superior extingue esta porção de sua consciência, que retorna para o "reservatório" universal, da mesma forma como se despejasse um pequeno copo de água no oceano.

A outra "morte" ocorre por efeito da Ascensão: quando a consciência da alma, através das suas partes inferiores, alcançam o despertar e a ascensão na Luz, conquista também, a sua liberdade. Ao ficar livre da roda da reencarnação, se eleva além dos mundos das experiências e aprendizados terrenos, desfazendo-se então, do corpo causal. Neste instante, a alma recebe um novo corpo, mais sutil - este sim, praticamente imortal, porque a evolução espiritual é contínua -, construída especialmente para ela, com todas as características adquiridas durante suas experiências de vida inseridas nela: como a beleza, a bondade e a verdade. É um radiante corpo, de indescritível beleza e Luz!

O conhecimento da estrutura e do funcionamento destes corpos - vestimentas da alma - facilita a compreensão do aspecto fragmentário das nossas consciências, a partir da sua parte Superior - o Eu Superior - que também é um fragmento de uma consciência muito maior e elevada. Cada "pedaço" desce de uma parte superior antecedente e se veste de um "veículo" cada vez mais inferior, de acordo com o mundo em que vai se expressar e se manifestar.

Eu costumo exemplificar isto da seguinte forma: é como se dentro de uma bexiga - aqueles balões que decoram as festas infantis - fossem colocadas outras bexigas, cada vez menores, uma dentro da outra, e cada uma se enchesse de ar. As fragmentações das consciências seriam mais ou menos assim e cada uma teria o seu envoltório independente e individual. Mas todas teriam o mesmo ar, e a mesma essência.

Quando falo sobre a Expansão da Consciência, estou me referindo justamente ao processo inverso do qual exemplifiquei através destas bexigas. Estando ciente de que cada uma dessas consciências possui seu conhecimento e sabedoria do mundo onde habita e que cada consciência superior contém uma experiência muito maior que a parte inferior, então, será lógica que quando houver uma conexão do fragmento inferior com a superior seguinte, se adquire através deste "duto" - canal, túnel, abertura, ponte, antena, etc. - todo o conhecimento e sabedoria desta consciência superior.

É como fazer um pequeno furo na sua bexiga menor, e forçar o ar a sair para a bexiga maior e se misturar nela. Só que este "ar" não perde a sua individualidade e se integra perfeitamente neste novo ambiente, porque a essência é a mesma, o ar é o mesmo. É assim que funciona o mecanismo da expansão da consciência. Através da respiração controlada, a inspiração do ar, ocasiona uma pressão sobre a sua consciência física (sente-se uma leve tonteira), fazendo com que ela saia pelo chackra coronário (duto) e penetre na sua consciência superior.

Sem o conhecimento dos diversos corpos sutis e suas funções, fica difícil e confuso, o processo da expansão da consciência, pois não poderá ocorrer um trabalho direcionado e produtivo, perdendo-se com isso, um grande aprendizado. Para cada trabalho específico há uma consciência correta para a atuação. E em cada dimensão há também, um corpo para manifestação.

A expansão da consciência é um processo de transferência da consciência física - o nível mais inferior - para as consciências superiores e, de forma totalmente consciente e desperta, pode-se fazer o deslocamento para qualquer um dos corpos sutis diretamente ou estar simultaneamente em todos os corpos de acordo com a própria vontade.

A lucidez e a nitidez de cada dimensão e, experiência vivenciada vai depender do grau evolutivo de cada consciência, porque acreditar e aceitar a "nova realidade" e a "nova verdade", também depende da quebra de paradigmas e velhos conceitos enraizados na mente física, que foi condicionada a negar sempre, estes mundos "invisíveis" e "intangíveis".

Para se alcançar todos os níveis mais elevados de consciências e entrar em contato com os mundos multidimensionais e os seres iluminados, é necessário que a atenção seja focada sempre na Chama Trina e, que o Amor Divino seja liberado espontaneamente do seu chackra cardíaco.
“Bata, e a porta ser-lhe a aberta!”... “Pede e lhe será dado!”


Fonte- Grupo consciencia

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

"Muitos Serão Chamados, Mas Poucos Serão Os Escolhidos"

"Muitos acreditam que o livre-arbítrio por si só é suficiente para se ter o controle e a paz interior, porém lhe dizemos que somente ele não é capaz disso, mas a liberdade sim. É exatamente aí que muitos se enganam e se prendem em um pensamento obscuro, entrando em conflito por achar que o livre-arbítrio é a salvação e o topo do autoconhecimento. O desconhecido e o impossível são o que mais nos atraem. Se soubéssemos a verdade total, de nada mais adiantaria a motivação para seguirmos em frente. O aprendizado é eterno e é exatamente isso que nos alavanca rumo à expansão. Está se abrindo nesse momento um grande portal nunca antes visto, algo inimaginável que nem todos estão dispostos a perceber. Uma transformação extraordinária para a raça humana como um todo. Estão se abrindo as portas da liberdade. A liberdade tão desejada e perseguida por muitos de nós há milhares de anos. Ela está prestes a materializar-se dentro de cada um. Tudo é uma questão de percepção e vibração. As antigas escrituras dizem e o momento dessa profecia
certamente está chegando:

'Muitos serão chamados, mas poucos serão os escolhidos.'

Talvez estivessem se referindo nessa profecia à grande e única passagem da Nova Era. Podemos interpretá-lo como um chamado do final da Era de Peixe e início da Era de Aquário. O aviso dos atlantes quando construíram a grande Esfinge, alertando-nos sobre a passagem que mudará nossas vidas. Realmente, muitos estão sendo chamados para essa nova jornada, mas nem todos a aceitarão. Certamente você também está sendo chamado(a).

O mundo literário e o paraíso que as religiões pregam e tantos esperam estão exatamente dentro de nós. Se temos o poder de construir nosso mundo e nossa realidade onde quer que estejamos, então também temos o poder de criar infernos ou paraísos. Muitos de nós estamos presos aos vícios, hábitos, medos e rotinas de desalento movidos pelo individualismo e egocentrismo. Esses sentimentos são desconectantes e não libertários. Eles retraem e repelem a prosperidade e sua própria evolução. Além de retrair, ou seja, não permitir que nada de bom ou oportuno venha até você, um sentimento de imperfeição e exclusão tomará conta de seu ser, levando-o(a) à exaustão mais cedo ou mais tarde. Pois estará trabalhando incessantemente em prol de um sacrifício e não de uma realização de um propósito universal (quando falamos em propósito universal nos referimos ao seu próprio propósito de vida que deve se alinhar ao propósito maior). Se for contra isso, estará literalmente nadando contra a maré ininterruptamente e não chegará a lugar algum. Acreditará que é um ser infeliz e que nada de bom lhe acontece. Acreditará que a riqueza e a abundância não foram criadas para você, somente para os outros. Toda e qualquer pessoa vem a esse mundo com uma responsabilidade e um propósito, uma missão pessoal, sempre vem para um aprendizado. Por esse motivo, tem
de encarar sempre as coisas que mais teme e abomina, justamente para aprender a dominá-las com perfeição e
sobrepor o espírito sobre a matéria e desse modo ir subindo na construção de sua pirâmide individual."
ps.: Texto extraído do livro: "2012 A Era de Ouro, Olhos Eternos", autores: C. Torres e S. Zanquim/canalização Tania Resende; Ed. Madras.
“Em Luz, que Maitreya os iluminem e os protejam, excelente quarta-feira a todos. Paz!”
Eu Sou,
Silvio Salzedas